Revisado em 10/01/09

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SANTA CRUZ DO SUL***


Santa Cruz do Sul, a 140km de Porto Alegre, fica em direção ao Centro do Estado e conta atualmente com 12 vias de escalada concentradas no Parque da Santa Cruz localizado no bairro Bonfim. Distante a poucos minutos do centro da cidade este parque conta com vias de média distância toda protegidas com chapeletas homologadas (setor2). As paredes de Parque da Cruz são compostas por três tipos de rocha: Basalto, Arenito e Buxito.  Como o local foi uma pedreira, desativada há muitos anos, algumas paredes não permitem a abertura de vias, porém os setores onde as mesmas se concentram apresentam uma boa qualidade.

O Setor 1 é caracterizado por apresentar fendas que permitem a abertura de vias em móvel. O Setor 2 oferece excelentes linhas para vias esportivas. Também existem alguns boulders com problemas interessantes.

COMO CHEGAR: 

Automóvel. De Porto Alegre a melhor opção é sair pela BR-116 em direção à serra e em Canoas acessar a BR-287, também conhecida como a “Tabai-Canoas". Depois é só ir seguindo as placas.

Ônibus: Da rodoviária de Porto Alegre (www.rodoviaria-poa.com.br ) saem regularmente ônibus que vão direto a cidade de Santa Cruz do Sul. A viagem tem uma duração aproximada de 2h.

Parque da Santa Cruz, distante a poucos minutos do centro da cidade é de acesso tranqüilo (pode-se ir de carro ou ônibus urbano até a base das paredes). 

MELHOR ÉPOCA

Outono. Evite escalar no verão pois a face fica virada para o sol. No inverno e na primavera chove bastante.


Médias e registros mensais de 2009, Montenegro. Fonte: weather.com

EQUIPO

Setor 1: Equipamento móvel (nuts e friends) e uma corda de 50m.

Setor 2: Uma corda de 50m (obrigatório) e 15 costuras.

ÁGUA

Levar de casa ou comprar nos bares ao redor.

COMIDA

Levar de casa ou ir comer no centro da cidade.

DICAS

Não deixe de passear pelo centro da cidade e experimentar um café colonial.

CROQUIS

SETOR 1

1- “Se essa laca não soltar, eu chego lá” (6b)
Via em móvel, possui uma chapeleta na saída da via e a uma parada fixa no final.  
2- “Se no Bambara não dá, aqui dá” (6a)
Via em top-rope utilizando a parada da via nº 1.
3- “Sonhando com Yosemite” (A0) (12)

SETOR 2

1- “Nativos do Chimarrão” (7a) (11) ***
2- Entropia (7a/b) ***
3- Gangão na boca do falastrão (6°)
4- Teoria da abducção (6b)
5- Abduzido pelo marimba (6b)
6- O solo do gambá (6b)
7- Pesto (7a) (10) ***
8- Passeio no Parque (8b/c)
9- A espera da furadeira e muito mais (7b)
10- Euríco, o presbítero(7b)

Colaboradores: Rafael Bicca Pires, Fabiano Salvi e Eduardo Isaia Filho 

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